Nesta segunda-feira, 24, o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, foi as redes sociais para desmentir a narrativa mentirosa da extrema-direita de que o governo Lula se beneficiou com os ataques terroristas de 8 de janeiro.
A extrema-direita tenta emplacar a narrativa de que os ministros de Lula ajudaram os golpistas a entrarem no Planalto. Porém, já foi comprovado que sete dos nove militares do GSI já trabalharam de segurança particular de Jair Bolsonaro em viagens presidenciais, motociatas e nas eleições.
“Os terroristas atacaram as sedes dos TRÊS PODERES, não só o Palácio do Planalto. Logo, se tudo foi “armação do PT”, os presidentes da Câmara, do Senado e do STF também participaram ? Realmente esses golpistas são insanos. Mas não são maiores do que a LEI. Renovo a solidariedade aos 3 Poderes, atacados pelo terrorismo político no dia 08/01”, escreveu Dino.
Ainda na manhã de hoje, o ministro interino do Gabinete de Segurança Institucional, Ricardo Capelli, voltou a responsabilizar o ex-ministro da pasta, general Augusto Heleno, pelo atos terorristas contra as sede dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro.
“O general Heleno “pilotou o carro” por 4 anos e entregou o “veículo” avariado e contaminado para o general G.Dias, que pilotou por apenas 6 dias. No 7° dia o carro pifou. De quem é a culpa? Não é possível falsificar a história. Conspiração não passa recibo”, escreveu Capelli.
Luiz Felipe
24/04/2023 - 19h21
Em que Brasil esse povo vive? Será que esse Galinze e o Patriotário estavam em Brasília no dia 8? Querer chamar o Dino de Troglodita? E o Bozo? Seria o que? Um Nerdental? Meu Deus, quanta ignorância.
Patriotário
24/04/2023 - 14h26
Se é com tanta certeza que afirma, na certa Dino estava COMENDO o kool de uma GALINHA…
Uma que escreve com o bico … só pode, né ?
Galinze
24/04/2023 - 13h40
Este Troglodita estava na janela do seu escritório assistindo tudo o dia 8 de janeiro…
Como Ministro da Segurança Pública nem a segurança dos prédios de Brasilia consegue garantir.
Que fosse uma besta equina é notorio, basta olhar os resultados na segurança do Maranhão, parecem os da Síria.