Pesquisa revela que cobertura de concessões públicas de TV para reforma da previdência é profundamente autoritária - O Cafezinho

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quinta-feira

17

agosto 2017

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Pesquisa revela que cobertura de concessões públicas de TV para reforma da previdência é profundamente autoritária

Escrito por , Postado em Redação



O site Reporter Brasil analisou a cobertura da grande mídia sobre a reforma da previdência. Os resultados são previsíveis, e mesmo assim impressionantes, sobretudo em relação à Globo.

O Jornal Nacional dedicou 91% de sua cobertura da reforma da previdência de Michel Temer para… falar bem dela, defendê-la.

A Globo apoia todas as propostas de Temer, apoia a política econômica de Temer, só fez entrevistas chapa-branca com Temer, ataca os adversários de Temer, não dá voz aos partidos que fazem oposição a Temer, e tem gente que acredita que a Globo quer “derrubar” Temer?

Eu queria saber como as pessoas, mesmo as mais experientes, podem ser tão bobinhas em relação às artimanhas da Globo?

No Jornal O Globo, 90% das matérias são favoráveis à reforma da previdência de Temer.

As outras mídias corporativas (Folha, Estadão, Veja, todos que apoiaram o golpe), de qualquer forma, não ficam muito atrás em seu alinhamento ao governo Temer, até porque a grande mídia brasileira tornou-se um cartel (ou melhor, uma Ocrim: organização criminosa) chefiado pela Globo.



É preciso entender: as tvs abertas no Brasil são concessões públicas. A sua postura diante da reforma da previdência revela um abominável autoritarismo. Isso não é jornalismo democrático.

Opiniões plurais estão sendo asfixiadas, escamoteadas da população, e tudo isso, como sempre, sob o silêncio cúmplice de um judiciário acovardado, egoísta e corrupto.

Se o judiciário brasileiro não fosse tão corrompido a ponto da própria presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, aceitar receber, ao vivo e a cores, na frente das câmaras (repetindo o que já havia feito Joaquim Barbosa e Sergio Moro), uma propina milionária da Globo, na forma de um “prêmio”, ele deveria se insurgir contra o fato de um governo que é aprovado por menos de 5% da população destinar verbas do Estado brasileiro (ou seja, dinheiro nosso) apenas para veículos que concordam com suas propostas.

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  1. Reginaldo Gomes